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GENTE QUE A GENTE ADMIRA

Veja abaixo os depoimentos de quem possui uma vida mais leve, mudando a maneira de viver o diabetes. É possível e só depende de você!

Fabiana de Luna

Fabiana de Luna

Olá! Sou a Fabiana de Luna, e descobri meu diabetes tipo 1 quando tinha 9 anos. Hoje, aos 36, já vivi muitas coisas e compartilho essas experiências em minha página – Dia(enoite)bética - @diaenoitebetica.

Sempre foi muito difícil controlar o diabetes. Já passei por diversos tipos de tratamentos e insulinas diferentes, mas foi usando bomba de insulina que consegui o melhor resultado.

Sou engenheira de profissão, e sempre viajo para muitos lugares, a trabalho ou de férias. Nessas andanças, descobri como o tratamento do diabetes é diferente em cada país, e acho importante compartilhar essas informações e dicas com as pessoas, para que ninguém passe apuros quando se está viajando ou morando fora, dentre muitos outros temas.

Mônica

Mônica

Sou Mônica, tenho diabetes desde 1999. Já utilizei insulina mix (NPH+regular), depois passei para as canetas de análogas (Lantus e NovoRapid) e hoje utilizo bomba de insulina! Sempre adepta ao esporte, em certo momento da vida descobri o ciclismo e me apaixonei! Ainda mais depois de perceber que com o esporte, reduzi mais de 30% na minha dose diária de insulina!

Não é fantástico? Vamos?! O seu tratamento depende mesmo é de VOCÊ!!

Juliana Ferreira

Juliana Ferreira

Sou Juliana Ferreira, tenho 33 anos, sou publicitaria e técnica em enfermagem. Tenho diabetes tipo 1 há 22 anos. Estou em fase de tratamento de hemodiálise e em busca do Rim da Juzinha (na fila do tx) e sabe o que isso significa? NADA! Não sou melhor, e nem pior do que ninguém por causa dessas “classificações” sociais.

É complicado encarar os nossos medos e eu sou a personificação do maior medo de todos os diabéticos e renais talvez: alguém com sequelas.

Não me orgulho disso e faria tudo diferente se eu tivesse uma nova chance, mas infelizmente o que passa não volta. Aprendi que agora eu preciso olhar pra frente, pensar no que quero para mim de agora em diante. Eu quero me cuidar cada vez mais, errar muito menos, passar para as pessoas a minha experiência ruim para que sirva de aprendizado para elas, quero conseguir abrir os olhos de pessoas que podem estar cegas como eu estive um dia. A minha missão hoje é conseguir alertar as pessoas de que complicações pelo diabetes não tratado acontece em gente jovem sim!

Me orgulho demais por não ter desistido! Mesmo diante de tudo o q eu passei e vivi eu não desisti e não vou desistir. Claro q eu tenho altos e baixos, tem dias que é um horror, mas me apego aos meus amigos, a minha família e reúno minhas forças para continuar. É complicado ter que ir ao hospital e ter todos esses cuidados com alimentação, mas essa é a vida q eu tenho e eu vou fazer o melhor q eu puder para permanecer nela.

Hemodiálise não é o fim e é sim a oportunidade para um recomeço.

Beatriz “Biabética”

Beatriz “Biabética”

Beatriz convive com diabetes tipo 1 há 19 anos. É formada em RP, estuda biomedicina e trabalha como Community Manager na WinSocial. Pensando em incentivar pessoas com diabetes a verem a vida doce de forma mais leve e positiva, criou o Biabética em 2015, canal online de educação em saúde em que se aprende, com muita positividade, sobre diversos temas envolvendo a Diabetes.

João Fernandes

João Fernandes

Oi! Eu sou o João Fernandes, descobri a diabetes com 4 anos, e desde então, venho aprendendo cada vez mais sobre meu corpo e minha saúde. É um novo estilo de vida, e eu quero viver bem. Faço parte do núcleo audiovisual do Brasil desde os 10 anos fazendo novelas e filmes, como “Avenida Brasil”, “Cordel Encantado”, “Um contra todos” “Malhação”, “É fada” e com o crescimento do Instagram como rede social, tenho tentado cada vez mais usar meu lado de influenciador pra gerar informação pra nossa galera. Espero um dia poder virar uma referência na saúde, mas nunca me esqueço que todos nós somos maiores que os altos e baixos.

Marina

Marina

Me chamo Marina e sou Dm1 há 18 anos. Escrevo meus sentimentos no @diabeticatiporuim - esse nome é um grande deboche para todos aqueles "A sua diabetes é a do tipo ruim? da mais forte?" que eu (e com certeza você) já ouvimos muito ao longo da vida.

Não acredito que o diabetes deve ser tratado como um mero detalhe, o diabetes é algo que transforma a nossa vida após o diagnóstico e falar sobre como a gente se sente é essencial.

O diabetes nos limita sim! É preciso planejamento para realizar nossos sonhos, mas ele NUNCA VAI TE IMPEDIR de alcançar qualquer objetivo. Cuidar de si mesmo vai além das insulinas, dietas e atividade física. É preciso cuidar do emocional para o físico fique bem!